sábado , 4 dezembro 2021
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Hospital Geral recorre á Comissão de Saúde para evitar perdas financeiras

Foto: Ronaldo Mazza

O Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá (HG) apresentou à Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) os impactos que a redução dos repasses mensais do Fundo Estadual de Saúde (FES) terão no orçamento mensal da instituição e os projetos de ampliação física e de atendimentos. A perda de receita prevista pela direção da instituição é de R$ 20 mil a R$ 25 mil por mês.

Atualmente, 28% dos atendimentos realizados por hospitais filantrópicos a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso são realizados pelo HG. Quando separados os procedimentos de alta complexidade, este percentual sobe para 82%. Entre as principais áreas de atuação do HG estão tratamentos oncológicos, neurocirurgias, cirurgias cardíacas e hemodinâmica e cirurgias ortopédicas.

O vice-presidente da Comissão de Saúde da ALMT, deputado Dr. Gimenez (PV), disse que o hospital vai encaminhar à Assembleia um levantamento detalhados dos custos e receitas para que os deputados possam buscar soluções que garantam a continuidade dos atendimentos. 

“A comissão vai levantar recursos para atender este hospital, que é referência em atendimento cardíaco e tem está com uma demanda reprimida muito grande. A população da baixada cuiabana acaba sendo privilegiada pela proximidade e é preciso expandir esses atendimentos para as pessoas das outras regiões”, afirmou Dr. Gimenez.

O deputado Lúdio Cabral destacou a importância do Hospital Geral para atender áreas consideradas críticas no estado, como neurocirurgias e cardiologias. “É preciso ampliar a capacidade de financiar para que o hospital possa oferecer mais serviços. O hospital trouxe demanda para ampliar algumas áreas. Pedimos para que detalhem esses custos para que no debate do orçamento de 2022 possamos alocar recursos da saúde para estes projetos”.

A médica e presidente do Conselho Administrativo do HG Flávia Galindo Silvestre Silva afirmou que a redução da participação do hospital de 25% para 21% na distribuição do FES será importante no orçamento final da entidade. “Ficou acordado que os deputados vão apoiar o Hospital junto ao governo para que reveja o quantitativo ou que possam repor esse valor por meio do orçamento estadual”.

O Hospital Geral realiza mensalmente dez cirurgias cardíacas abertas e mais 50 procedimentos de alta complexidade, como angioplastia e cateterismo. Além disso, é único hospital filantrópico a realizar neurocirurgias atualmente no estado e absorveu todos os atendimentos adultos de oncologia que deixaram de ser realizados na Santa Casa de Cuiabá. De acordo com Flávia Galindo, a demanda do hospital aumentou 25%, mas a demanda de pessoas que nem chegam à unidade é ainda maior.

80 Anos – Ano que vem, o Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá completa 80 anos de existência. Para comemorar, a entidade pretende ampliar a capacidade de atendimento no setor de cardiologia e oncologia, reformar a fachada e lançar um livro para contar a história do Hospital Geral.

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