sábado , 27 novembro 2021
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Deputado João Batista debate ações de segurança para farmácias e drogarias de MT

Foto: BRUNO BARRETO / Assessoria de Gabinete

Com o aumento de ocorrências envolvendo os estabelecimentos comerciais do ramo farmacêutico, o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), promoveu na manhã desta segunda-feira (8), uma reunião entre o secretário de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), Alexandre Bustamante, e os representantes do Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso (CRF-MT), Sindicato dos Profissionais Farmacêuticos do Estado de Mato Grosso (Sinfar-MT) e Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Mato Grosso (Sincofarma-MT). O objetivo da reunião, como explicou o parlamentar, foi expor ao secretário a real situação destes profissionais e buscar alternativas para o problema.

“Recebemos esta demanda dos representantes do ramo farmacêutico, no qual envolve o CRF de Mato Grosso e seus Sindicatos. Desde então, começamos a viabilizar este encontro com o secretário Alexandre Bustamante, que prontamente se colocou à disposição de todos”, disse o deputado.

De acordo com João Batista, o secretário teria adiantado que já existe um levantamento, além do mapeamento dos crimes envolvendo farmácias e drogarias de Mato Grosso, afirmando ainda que a Sesp irá trabalhar junto ao seu setor de tecnologia, para viabilizar o melhor equipamento no combate ao crime destes locais.

“O secretário já nos adiantou que existe um levantamento sobre a pauta em questão e afirmou que irá trabalhar junto ao seu setor de inteligência, para apresentar aos proprietários alguns equipamentos de segurança que irão facilitar o contato das farmácias e drogarias com as forças policiais. Dito isso, parabenizo a iniciativa do secretário Alexandre Bustamante, que prontamente atendeu ao pedido de socorro destes profissionais”, concluiu João Batista.

Para que o trabalho da polícia funcione, o secretário de segurança afirma que é necessário que as empresas vítimas de algum tipo de roubo ou furto, registrem os Boletins de Ocorrência (B.O), gerando assim estatísticas necessárias para o trabalho integrado das Forças de Segurança.  “Se não tivermos esses registros, não tem como o processo de investigação caminhar de forma sistêmica. Desta forma, teremos um conjunto isolado de assaltos, sem ter a possibilidade de chegarmos a uma estatística, para que possamos enfrentar a criminalidade nestes estabelecimentos”, esclareceu.

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